De malas prontas: Templo Doi Suthep (Chiang Mai -Tailândia)

Oi pessoal,

Seguindo adiante em nossa viagem pelo Sudeste Asiático, chegou a vez de subir até a região montanhosa do Norte da Tailândia, em Chiang Mai. A segunda maior cidade do país, atrás apenas de Bangkok, foi fundada em 1292 e é considerada o berço das tradições budistas no país, com a presença de mais de 300 templos. Depois de ter conhecido os templos tumultuados de Bangkok, foi em Chiang Mai que realmente conseguimos apreciar toda a beleza e energia ao redor das imagens de Buda, em paz e silêncio. O ritmo e a atmosfera de lá são bem tranquilos.

Além de seus muitos e belíssimos templos, outros programas me fizeram querer conhecer Chiang Mai, como a aula de culinária da Thai Cookery School e o Tiger Kingdom. Também acabamos nos encantando com um orquidário e um viveiro de borboletas, nos divertindo no museu de ilusão de ótica “Art in Paradise” e nos deliciando com as massagens de uma hora por US$ 6,50. Outros programas típicos de lá são andar no lombo de elefantes e visitar a famosa tribo das mulheres-girafa.

Hoje inauguro as dicas de Chiang Mai apresentando seu templo mais importante: Wat Phrathat Doi Suthep, construído no século XIV no alto do monte Suthep, localizado a 15 km do centro da cidade.

Doi Suthep 3

Doi Suthep 2

É bem simples contratar um transporte para subir a Huay Kaew Road até a base do templo. Dali, 309 degraus levam até Doi Suthep, acessível também por um funicular. Lembre-se de vestir uma roupa comportada (ombros e pernas cobertos), pois esse é um lugar sagrado para os tailandeses.

Doi Suthep 12

Contratamos um guia para nos acompanhar nesse dia e o seu conhecimento fez toda a diferença para a nossa experiência. O Arrow, que já foi monge durante muitos anos, nos contou muitas curiosidades a respeito do budismo e desse templo, que, além de tudo, confere uma linda vista de Chiang Mai.

Doi Suthep 5

A escadaria que leva até o templo é ladeada por imagens de Naga, a cobra-real mitológica guardiã. A importância de Doi Suthep se dá pelo motivo que o levou a ser construído no alto do monte. Ali foi o destino final e o último momento da vida de um elefante branco que carregava um pequeno osso de Buda, um presente oferecido ao Rei de Lanna. Sendo assim, o rei ordenou a construção do templo para abrigar o osso milagroso, preservado no interior da padoga dourada principal.

Doi Suthep

Doi Suthep 4

Doi Suthep 6

Caminhando por seu interior, soubemos que para cada dia da semana há um Buda em uma posição diferente, representando as passagens de sua história que o levaram à sabedoria plena. Descobrimos qual era o nosso Buda consultando o dia da semana em que nascemos: Pedro na quarta-feira (o Buda da Generosidade, com um pote nas mãos) e eu na quinta-feira (o Buda da Meditação).

Doi Suthep 7

Lá também recebemos a benção de um monge e o Pedro ganhou uma pulseirinha de barbante que foi amarrada com três nós em seu pulso, enquanto eram proferidas palavras de sabedoria e felicidade. A minha pulseirinha foi amarrada por um noviço, já que os monges só podem ter contato físico com homens.

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Dentre tantas construções belíssimas, há um pátio externo com sinos enfileirados. Tocá-los na sequência traz boa sorte.

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Certamente uma visita com calma ao Wat Phrathat Doi Suthep é obrigatória e muito especial. Espero ter conseguido passar a nossa satisfação desse dia por aqui.

Contato do nosso guia: arrow_chiangmai@hotmail.com

Beijos e até,

Paula

Paula nova

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