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De malas prontas: Praia do Francês (Alagoas)

Oi pessoal,

Na semana passada estive durante quatro dias na Praia do Francês, no litoral sul de Alagoas. A Maysa já chegou a fazer alguns posts aqui no blog sobre a sua viagem pelo litoral norte. E assim a cobertura alagoense vai crescendo!

Praia do Francês

Praia do Francês

A Praia do Francês está localizada a 40 Km de distância do aeroporto de Maceió (cerca de 1 hora de carro). Essa costuma ser uma praia muito frequentada, tanto pela proximidade da capital, como pela versatilidade: é a queridinha dos surfistas e kite-surfistas no lado direito e também possui águas calmas e lindas piscinas naturais no canto esquerdo, ideais para mergulho e relaxamento. Além disso, possui uma boa infraestrutura de bares e barracas em seu centro e a natureza totalmente preservada nos extremos.

Canto esquerdo da Praia do Francês

Canto esquerdo da Praia do Francês

Apesar de ser um mês de baixa temporada, fomos no feriado de 12 de outubro que nesse ano caiu em um sábado. Então a praia estava bem vazia na quinta e na sexta, mas no fim de semana alguns ônibus de turismo marcaram presença por lá. Nós sempre optamos por ficar em pontos mais afastados, com uma praia “só nossa”. Quando batia a fome, íamos para a área do Submarino Amarelo, mais conhecido por receber os locais do Francês, e tomávamos nossa água de coco, uma caipirinha de pitú com cajá, pitanga ou limão, uma porção de macaxeira ou de peixe agulha frito.

Uma questão que chega a entristecer é a sujeira normalmente abandonada na areia pelos frequentadores da Praia do Francês, na área dos bares e barracas. Infelizmente, como a coleta de lixo ali não é efetiva, e, pra piorar, não existem lixeiras bem distribuídas, a mudança de maré acaba levando parte do lixo para o mar ou o aprisionando nas paredes de areia, próximas dos coqueirais. Os moradores da Praia do Francês deveriam se mobilizar para buscar melhorias na infraestrutura e exigir a instalação de lixeiras na praia e uma coleta de lixo adequada.

Um passeio comum da Praia do Francês é ir de barco até as piscinas naturais. O transporte é totalmente dispensável para quem curte uma caminhada. Bastam 15 minutos em direção ao lado esquerdo para chegar às piscinas. É importante consultar a tabela das marés para saber o horário da maré mais baixa, quando as piscinas ficam bem evidentes. O cenário é lindo e a água tem a temperatura ideal para relaxar e mergulhar com snorkel admirando os peixes e corais. A tabela das marés pode ser consultada no Guia da Praia do Francês, disponível nas pousadas, hotéis e restaurantes. Nós pegamos o nosso no restaurante Padrino, onde almoçamos ou jantamos todos os dias. Ali saboreamos Lagostas grelhadas na manteiga de garrafa (R$ 40), Polvo à moda do chef com torradas (R$ 32), Salada al mare (R$ 25), Ravioli de siri ao molho de tomate (R$ 24), Tagliatelle ao molho de frutos do mar, dentre outras delícias.

Área das piscinas naturais

Área das piscinas naturais

Piscina natural na maré baixa

Piscina natural na maré baixa

Falando em Padrino, o motivo da nossa viagem foi a comemoração dos 50 anos do chef do restaurante, o Alexandre Nigro (Alex), que é pai da nossa amiga com quem fizemos essa viagem. No dia do aniversário dele fizemos um passeio de barco pela Lagoa de Manguaba, com algumas paradas para mergulho e almoço na Vila de Massagueira, considerada um polo gastronômico, com uma variedade imensa de frutos do mar e da lagoa. Para agendar esse passeio basta se informar na sua pousada ou hotel.

No passeio de barco

No passeio de barco

Vila da Massagueira

Vila da Massagueira

Visual da Vila de Massagueira

Visual da Vila de Massagueira

Pôr do sol na Vila de Massagueira com o nosso barco ancorado

Pôr do sol na Vila de Massagueira com o nosso barco ancorado

Onde ficar: Hotel Ponta Verde ou Pousada Capitães de Areia

Onde comer: Restaurante Padrino, na Avenida dos Corais nº 7

Confira nos links abaixo os posts sobre o litoral norte de Alagoas:

As praias e o passeio pelo Rio Tatuamunha

A Pousada Borapirá

A gastronomia alagoense

Paula

Paula nova

 

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De malas prontas: Um dia em Maceió

Olá pessoal!

Já dei algumas dicas por aqui da minha viagem pelo litoral norte de Maceió. Hoje vou contar o que fiz em meu único dia na cidade de Maceió.

Fiz minha reserva pelo Booking e me hospedei no Hotel Holliday Inn Express. Cheguei de Porto de Pedras por volta de 15h e, após fazer meu check-in, aproveitei que estava próxima do melhor café da cidade, de acordo com a eleição da Veja “Comer & Beber”, e passei para tomar um expresso com chantilly no Nakaffa. O nome é uma referência à região de Kaffa, no interior da Etiópia, onde o café foi descoberto. O grão utilizado é da ótima cafeteria paulistana Suplicy, e o cardápio conta com diversos tipos de cafés, frapês, chás, saladas, sanduíches, salgados, tapioca, chocolates, bebidas diversas e sobremesas.

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Depois dei um breve passeio pela orla da Praia de Ponta Verde, onde estão os famosos bares de praia Lopana e Kanoa.

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A próxima parada foi no Pavilhão do Artesanato, na Pajuçara, para conferir algumas produções locais. Comprei uma clutch de palha por apenas R$ 10 para presentear uma amiga. Um achado! Também adquiri um jogo americano de madeira. Além de acessórios, há roupas, guardanapos, pimentas, castanha de caju e muitos outros itens para conferir no local.

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Para jantar escolhi o restaurante peruano Wanchako, eleito o melhor restaurante da cidade pela Veja “Comer & Beber”. A chef Simone Bert, que comanda a cozinha, também foi eleita chef do ano, o que fez com que minhas expectativas se elevassem.

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Como estava sozinha, não dava pra pedir vários pratos e variar muito. Decidi ir na especialidade da casa: o cebiche. Pedi o Cebiche misto “peixe e camarão curtido no limão, com batata doce, cebola roxa e milho verde” (R$ 50). O cebiche estava muito bom, mas tenho uma ressalva. Sei que a batata doce é muito utilizada na culinária da região, mas, na minha opinião, em nada agregou como acompanhamento do cebiche, ao menos na forma como foi servida.

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E aí, gostaram das dicas?

Holliday Inn Express Maceió

Rua Gaspar Ferrari, 175 – Ponta Verde

Nakaffa

Avenida Sílvio Carlos Viana, 1785 A – Ponta Verde

Pavilhão do Artesanato

Av. Dr. Antônio Gouveia, 1447 – Pajuçara

Wanchako

Rua São Francisco de Assis, 93 – Jatiúca

Maysa

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A gastronomia no litoral norte de Maceió

Olá pessoal!

Hoje vou contar a vocês sobre as experiências gastronômicas que tive durante minha viagem pelo litoral norte de Maceió. Como já contei nos outros posts sobre a viagem, esqueci de levar minha máquina, então tive que fotografar tudo com o celular. Peço desculpas pela qualidade das fotos!

No sábado, como cheguei já à noite na Pousada Borapirá, apenas jantei e dormi. Comi um prato mais leve, um “filé de peixe na chapa com azeite, arroz branco, salada de alface, tomate e cebola”. Simples e gostoso. O peixe estava ótimo!

Gastronomia Maceió 01

Na manhã seguinte acordei ansiosa pelo café da manhã e fiquei extremamente surpresa com a fartura e qualidade. Muitas opções e tudo fresquinho! Começando com um prato de frutas, iogurte e granola. Depois uma infinidade de coisas foram chegando, e nem sei o nome de tudo. Café, leite, água, suco, queijo, salame, pães (um parecia um pãozinho a base de queijo delicioso), pão com ovo, queijo coalho, mini panqueca, fatia de bolo, melaço (delícia!!!), mel, manteiga… E a tapioca… Ahhh, a tapioca!!! Amooo tapioca! Isso tudo pra uma pessoa! Era meu parque de diversões matinal! Amei!!!

Nos dias seguintes, como fiquei sozinha na pousada, retiraram uma ou outra opção, o que foi até bom, porque era realmente muita coisa! Hehe… A cada dia era servido um bolo diferente. Tudo com jeitinho caseiro e feito com dedicação.

Gastronomia Maceió 02

Gastronomia Maceió 03

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Gastronomia Maceió 05

Todos os dias comi muito no café da manhã delicioso! Então não almocei nenhum dia e fui direto para o jantar sempre. No meu segundo jantar na pousada escolhi o “Camarão Catucaxi – camarão ao molho de catupiri, arroz de abacaxi e batatas coradas na manteiga”. Uma delícia! Decidi provar também uma sobremesa e fui de “Queijoaba – creme de goiaba com queijo coalho e coco ralado no forno”.

 

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Gastronomia Maceió 07

No meu terceiro jantar escolhi a Salada Beijupirá – alface, queijo, tomate e passa de caju”. Particularmente, não gostei da passa de caju. Achei muito doce e um pouco enjoativa. Acabei separando e comendo o restante dos ingredientes, que estavam fresquinhos e gostosos.

Gastronomia Maceió 08

Em minha última noite, decidi conhecer o restaurante da famosa Pousada do Toque, localizada na Praia do Toque, em São Miguel dos Milagres, município ao lado de Porto de Pedras (onde eu estava hospedada). A Pousada do Toque já ganhou vários prêmios, inclusive o de melhor pousada do Brasil em 2012 pela revista “Viagem e Turismo”. Nilo é o chef e dono da pousada juntamente com sua esposa Gilda. Como eu estava em Porto de Pedras e sem carro, tive que contratar o transfer com um dos funcionários da Pousada Borapirá por R$50,00. Ele gentilmente me levarou à Praia do Toque para conhecer e, logo em seguida, à Pousada do Toque, onde me aguardou para levar de volta para Porto de Pedras. Como sempre, muito gentis e solícitos!

Pra começar o jantar recebi o couvert com pães fresquinhos feito na casa e manteiga.

Gastronomia Maceió 09

A escolha do prato principal foi difícil diante das ótimas opções. Alguns pratos muito interessantes serviam duas pessoas, então tive que eliminar esses de cara. Acabei pedindo recomendação do simpático garçom, e acabei optando pelo “Lagostim ao mel com cuscuz de coalho e purê de abóbora”. Gente, que coisa incrível! Esse prato estava absolutamente delicioso e saboroso! Amei! Para quem está acostumado aos preços do Rio de Janeiro e sabe o valor das diárias da pousada, não achei o restaurante caro. Também tomei duas cervejas e um café e o jantar totalizou em aproximadamente R$90,00. Pela qualidade do prato, achei imperdível e gostaria de ter jantado lá outros dias para poder provar outros pratos.

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E aí, gostaram das dicas?

Maysa

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De malas prontas: A pousada Borapirá

Olá pessoal!

Já publiquei 2 posts sobre minha viagem para o litoral norte de Maceió. Hoje gostaria de escrever sobre a Pousada Borapirá, onde fiquei hospedada.

O pousada se localiza à beira da Praia de Tatuamunha, no município de Porto de Pedras. Desde os contatos iniciais por e-mail para tirar dúvidas e efetuar a reserva já fui muito bem atendida. Contratei o transfer que me foi indicado pela pousada, conforme já mencionei nos posts anteriores. Por ser baixa temporada, consegui uma excelente tarifa considerando o alto nível da pousada, a localização e os preços das demais pousadas da região. A diária saiu a R$230,00, com café da manhã, que era tão bom e farto que eu nem almoçava. Mas isso é assunto para outro post… 🙂

A pousada possui 3 piscinas: uma para adultos, uma para crianças e uma para bebês.

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Além disso, possui várias redes e bancos espalhados para curtir a calma e a paisagem do local. Uma delícia! Aproveitei o clima para retomar o hábito da leitura, já que estava viajando sozinha e não tinha muita coisa para fazer… O máximo de “aglomeração” de pessoas que encontrei durante a viagem eram umas 10 a 15 pessoas que passavam caminhando na praia por volta de 11h.

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Assim que cheguei na pousada, no sábado, havia uma família e um ou dois casais hospedados. No domingo todos foram embora e fiquei sozinha até quarta, quando chegou outro casal e eu fui embora para Maceió. Todos os funcionários foram absolutamente simpáticos, me ajudando a organizar os passeios. Até me emprestaram uma bicicleta para pedalar na praia, mas eu acabei não usando porque o pneu estava baixo. Adorei todos!

Os quartos, chamados de locas, são espaçosos e possuem uma cama de casal e uma de solteiro, ar-condicionado, TV, DVD e um banheiro. Bem confortáveis!  Não há muitos canais a disposição, mas há alguns filmes para empréstimos na recepção (antigos, em sua maioria). A pousada não disponibiliza internet, mas num lugar assim o objetivo é se desligar do mundo mesmo… Um fato curioso é que a água do chuveiro e da torneira era um pouco salgada, o que fez meu cabelo ficar um pouco duro durante esses dias.

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A pousada aceita cartões (mas o pagamento deve ser feito na outra pousada do grupo, a Aldeia Beijupirá), mas o local possui uma certa instabilidade no serviço de telefonia, portanto recomenda-se levar dinheiro caso as linhas não estejam funcionando.

De modo geral, adorei minha estadia na pousada e voltaria com certeza! Espero que tenham gostado da dica!

Maysa

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De malas prontas: Litoral norte de Maceió – Alagoas – Parte 2

Olá pessoal!

Segue o segundo post com as dicas da minha viagem pelo litoral norte de Maceió.

Na segunda-feira, além de caminhar pela praia como contei no primeiro post, aproveitei para fazer o passeio pelo Rio Tatuamunha para observar o peixe-boi. A Associação dos Condutores de Turismo de Observação de Peixes-Bois Marinhos controla o passeio e cobra a taxa de R$40,00 por pessoa. Como o animal se movimenta livremente entre as praias e o rio, não há garantia de observá-lo durante o passeio. Acredito que o melhor horário seja no meio da tarde, por volta de 15h devido à movimentação do peixe-boi de acordo com a maré. Ressalto, no entanto, que durante a alta temporada é necessário agendar o passeio, pois há limite de circulação por dia no rio. Essa regra existe devido às leis ambientais que protegem o animal, uma vez que a espécie está ameaçada de extinção.

Os condutores das jangadas também orientam os turistas a não passar a mão nos animais, para protegê-los de doenças. Colaborem!

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O peixe-boi apoiado na jangada, aproveitando o movimento

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Cativeiro para proteger os peixes-bois que não se adaptaram à vida no rio

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O passeio mais legal é o de jangada até as piscinas naturais, entre os corais. Basta pedir a indicação de um jangadeiro de confiança para a pousada em que você estiver hospedado, e ele saberá dizer se a maré estará boa para realizar o passeio ou não. Se você quiser, também pode consultar a tábua de marés para verificar o período de lua cheia, que apresenta a maré mais baixa e a mais ideal para este passeio. Para obter indicações de jangadeiros e empresas de turismo que realizam passeios na região, o site da Prefeitura de São Miguel dos Milagres tem várias dicas.

Olha a chuva lá longe...

Olha a chuva lá longe…

Uma das belíssimas cores do mar durante o passeio

Uma das belíssimas cores do mar durante o passeio

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Chegando na piscina natural

Neste passeio é possível observar as diversas variações de tonalidade da água do mar até chegar nas piscinas naturais, que são lindas e ótimas para nadar. Ali é possível praticar o snorkeling, aquele “mergulho” beirando a superfície com óculos e equipamento de respiração para observar os peixes e corais no fundo e nas laterais das piscinas. Eu nunca tinha feito e achei bem tranquilo e bonito! Como há várias praias com piscinas naturais na região, é possível fazer este passeio mais de uma vez. Eu só fiz uma vez, saindo da Praia de Tatuamunha e indo até a Praia do Patacho. A piscina mostrada nas fotos abaixo é da Praia do Patacho. Foi possível observar vários peixinhos, inclusive da espécie cirurgião-patela, a Dory da animação “Procurando Nemo”. Adorei!

A lindíssima piscina natural do Patacho

A lindíssima piscina natural do Patacho

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Detalhe da piscina natural

Fiz o passeio sozinha, o que pode deixar qualquer uma um pouco receosa, pois lá no meio só se vê os jangadeiros e pescadores. Mas o pessoal é muito tranquilo e simpático! O jangadeiro indicado pela pousada, o Beitolo, foi muito simpático e tornou o passeio muito agradável! Ainda paramos em outro ponto para observar uma formação diferenciada de corais que possuem o formato de flores. Também segurei um pedaço solto de coral e um pequeno ouriço. A sensação do ouriço mexendo devagarinho na sua mão dá muita aflição! Hehe…

A última vista do passeio foi da Praia do Patacho, considerada uma das mais bonitas da região.

Praia do Patacho

Praia do Patacho

E aí, curtiram as dicas?

Maysa

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