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De malas prontas: Floripa – Parte 3

Olá pessoal!

Segue a terceira parte do post sobre Floripa. Não se esqueçam de conferir a primeira e a segunda partes.

Mercado Público

Escolhemos o melhor dia para ir ao Mercado Público – um dia sem sol! Floripa nessa época é bem quente, e se não tem um marzão gelado para se refrescar, costuma ser bem sacrificante caminhar com o sol na cabeça. Sem enrolar muito na caminhada, fomos logo ao Box 32, conhecido como o balcão mais democrático do País, que atrai pessoas de todas as classes sociais, todas em busca do delicioso cardápio de frutos do mar, e um chopp bem gelado para refrescar. O bar recebeu durante anos consecutivos o recorde diário de vendas de chopp no Brasil, com a marca atual de 1.310 litros, aproximadamente 3.852 tulipas de chopp.

Hoje, o Box 32 é uma atração turística da cidade tão conhecida quanto o próprio Mercado Público, por onde circulam diariamente vinte mil pessoas. A nossa pedida foi o chopp Stella Artois com casquinha de siri e pastel de camarão com catupiry para acompanhar. Uma das indicações de pratos quentes são os croquilles de camarão, bacalhau e lagosta. Mas é recomendável escolher entre beber e beliscar ou fazer uma refeição moderando na bebida, caso contrário, a conta pode ser assustadora.

Site do Box 32: http://www.box32.com.br/

Box 32

Box 32

Box 32 

Morro da Lagoa

O Morro da Lagoa era a nossa passagem de cada dia para as praias da Ilha. Lá é possível encontrar restaurantes conhecidos pela bela vista e a vasta gastronomia. Nós chegamos a fazer duas paradas por lá. Uma foi para conhecer o Mirante do Morro da Lagoa e tirar essa foto panorâmica da Lagoa da Conceição.

Mirante

Não muito distante do mirante, escolhemos o restaurante Kanpai na vontade de comer um japa no jantar. O cardápio é delicioso, mas os preços são bem puxados. Existem três opções no serviço: Buffet livre a R$ 80,00, o Buffet a kilo com preços variados para sushi (R$9,90/100g) e sashimi (R$ 16,90/100g), e a o la carte, com preços bem elevados para os pratos quentes e combinados. Nós pedimos uma garrafa de sakê nacional, o Pedro escolheu o Buffet a kilo de sushi e eu escolhi a entrada de sashimi de salmão empanado, com cream cheese e ovas de massago. Ficamos bem satisfeitos com o sabor e qualidade das peças e com o atendimento do restaurante. A comida é boa, mas o preço é bem salgado. Isso não é muito diferente dos demais restaurantes do Morro da Lagoa, que parecem cobrar nos pratos o preço daquela vista.

Kanpai

Kanpai 

Academia da Cerveja

A melhor surpresa da viagem pra nós foi a Academia da Cerveja. Não que a gente não tenha se surpreendido com as praias lindas e o sol de cada dia, mas com isso nós já contávamos. Não imaginávamos que faria parte do nosso roteiro a casa que já foi eleita pela Revista Veja Comer & Beber como a melhor carta de cervejas de Santa Catarina. Na noite que fomos levados lá, tínhamos entradas VIP para o El Divino Lounge, casa noturna bem famosa da Beiramar. A ideia era transformar a academia da cerveja em nossa pré-night. Mas não conseguimos nos mover de lá até nossa pilha acabar.

Experimentamos quatro novas cervejas durante a noite e escolhemos o sanduíche Cascade para segurar a onda, com roast beef de filet mignon com queijo e cebola caramelizadas no pão ciabatta com maionese de ervas. A primeira cerva da noite foi o carro-chefe da casa, a Coruja Extra Viva, fabricada em Santa Catarina e estourada como um espumante. Em seguida, escolhemos degustar duas cervejas inglesas, uma delas com aroma de banana. Por último, fomos apresentados a Bierland, de Blumenau. O cardápio é bem vasto com muitas opções de cervejas nacionais e importadas. Difícil foi escolher entre elas. Como recordação da viagem, voltamos pra casa com três novas aquisições para a nossa coleção de garrafas de todo o mundo.

Site da Academia: http://www.academiadacerveja.com.br/home

Academia da Cerveja

Academia da Cerveja

Academia da Cerveja

Academia da Cerveja

Academia da Cerveja 

De malas prontas – Floripa – 19 a 25 de janeiro de 2012.

Por Paula Seára Arraes

Related posts:

De malas prontas: Floripa – Parte 2

Olá pessoal!

Segue a segunda parte do post de Floripa. O primeiro foi publicado aqui.

Surf 360o

A Joaquina é a praia preferida para as competições internacionais de surf e cercada por grandes e belas dunas. Um surfista não pode ir a Floripa e não surfar na Joaca. Lá rola surf por todos os lados, seja no mar ou na areia, através do sandboard (mais conhecido como skibunda). A Joaca oferece grande infra em seu canto esquerdo e costuma ser menos frequentada caminhando para a direita. A posição na praia vai do gosto do freguês, querendo se servir ou ser servido, e ver mais ou menos movimentação.

Joaquina – esquerda

Joaquina – direita

As praias do Norte

Jurerê, apesar de ser tão comentada como uma praia nobre, não fez muito sucesso no nosso roteiro (por isso nem merece foto). Rola uma divisão por lá em que o canto direito é frequentando pelos moradores da Ilha. O canto esquerdo, chamado de Jurerê Internacional, possui uma infra bem planejada, com parques, shopping a céu aberto, bares, restaurantes, imponentes mansões e muitos carros importados. Resumindo, Jurerê apresenta muita badalação, areias lotadas, preços elevadíssimos, turistada, gringalhada, no famoso estilo “pool party”. Não era o que estávamos buscando.

Já em Sambaqui, nos surpreendemos com a calmaria da pequena praia, onde são cultivados mariscos e ostras. Escolhemos o Posto da Alfândega para almoçar e prestigiar o belo cenário da praia, que sempre promete o melhor pôr do sol da Ilha. Lá pedimos um prato de Anchova escalada ao molho belle meunière, com arroz de açafrão e batatas sautée. Ótimo atendimento, prato bem servido, saboroso e com preço justo. Ainda sobrou espaço para nos deliciar com o picolé de pistache da marca regional Ypy, de sorvetes finos elaborados com ingredientes importados.

Sambaqui

Prato – Posto da Alfândega

Praia do Sul

Açores foi eleita a praia para relaxar, especialmente porque nesse dia o mar estava sem ondas. Ambiente tranquilo, bem frequentado por famílias e pela criançada. A infra é na medida, sem tumultuar muito a areia. Nessa praia o costume é se servir, porque os barraqueiros parecem estar mais preocupados em curtir a prainha deles do que faturar uma graninha a mais fazendo a ronda do “deseja algo mais?”. Como não fomos servidos, a fome veio mais rápido e nos direcionamos para o canto esquerdo da praia onde estão localizados os bares dos pescadores. Fomos ao Bar do Vadinho para almoçar, em um ambiente simples, bem praiano, com vista para o mar. Escolhemos o prato da casa que incluía salada, arroz, feijão, pirão, peixinho desfiado, peixe frito, filé de peixe empanado (sequinho e crocante, o melhor entre as opções) e tudo isso à vontade por R$ 22,00 por pessoa. Algumas pessoas saíam do restaurante após o almoço e já abriam as cadeiras na areia para tirar uma pestana no fim de tarde. Nós saímos rolando às pressas ao encontro da nossa caminha. Uma delícia!!

Açores 1

Açores 2

Bar do Vadinho

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