Olá pessoal!

Segue a segunda parte do post de Floripa. O primeiro foi publicado aqui.

Surf 360o

A Joaquina é a praia preferida para as competições internacionais de surf e cercada por grandes e belas dunas. Um surfista não pode ir a Floripa e não surfar na Joaca. Lá rola surf por todos os lados, seja no mar ou na areia, através do sandboard (mais conhecido como skibunda). A Joaca oferece grande infra em seu canto esquerdo e costuma ser menos frequentada caminhando para a direita. A posição na praia vai do gosto do freguês, querendo se servir ou ser servido, e ver mais ou menos movimentação.

Joaquina – esquerda

Joaquina – direita

As praias do Norte

Jurerê, apesar de ser tão comentada como uma praia nobre, não fez muito sucesso no nosso roteiro (por isso nem merece foto). Rola uma divisão por lá em que o canto direito é frequentando pelos moradores da Ilha. O canto esquerdo, chamado de Jurerê Internacional, possui uma infra bem planejada, com parques, shopping a céu aberto, bares, restaurantes, imponentes mansões e muitos carros importados. Resumindo, Jurerê apresenta muita badalação, areias lotadas, preços elevadíssimos, turistada, gringalhada, no famoso estilo “pool party”. Não era o que estávamos buscando.

Já em Sambaqui, nos surpreendemos com a calmaria da pequena praia, onde são cultivados mariscos e ostras. Escolhemos o Posto da Alfândega para almoçar e prestigiar o belo cenário da praia, que sempre promete o melhor pôr do sol da Ilha. Lá pedimos um prato de Anchova escalada ao molho belle meunière, com arroz de açafrão e batatas sautée. Ótimo atendimento, prato bem servido, saboroso e com preço justo. Ainda sobrou espaço para nos deliciar com o picolé de pistache da marca regional Ypy, de sorvetes finos elaborados com ingredientes importados.

Sambaqui

Prato – Posto da Alfândega

Praia do Sul

Açores foi eleita a praia para relaxar, especialmente porque nesse dia o mar estava sem ondas. Ambiente tranquilo, bem frequentado por famílias e pela criançada. A infra é na medida, sem tumultuar muito a areia. Nessa praia o costume é se servir, porque os barraqueiros parecem estar mais preocupados em curtir a prainha deles do que faturar uma graninha a mais fazendo a ronda do “deseja algo mais?”. Como não fomos servidos, a fome veio mais rápido e nos direcionamos para o canto esquerdo da praia onde estão localizados os bares dos pescadores. Fomos ao Bar do Vadinho para almoçar, em um ambiente simples, bem praiano, com vista para o mar. Escolhemos o prato da casa que incluía salada, arroz, feijão, pirão, peixinho desfiado, peixe frito, filé de peixe empanado (sequinho e crocante, o melhor entre as opções) e tudo isso à vontade por R$ 22,00 por pessoa. Algumas pessoas saíam do restaurante após o almoço e já abriam as cadeiras na areia para tirar uma pestana no fim de tarde. Nós saímos rolando às pressas ao encontro da nossa caminha. Uma delícia!!

Açores 1

Açores 2

Bar do Vadinho

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