De malas prontas: Dicas de Amsterdã – Parte I

Oi pessoal,

Hoje darei início a uma sequência de três publicações com dicas sobre Amsterdã. A base será o próprio roteiro que eu montei para passar três dias por lá. Agradeço ao Daniel Duclos por todas as dicas do blog Ducs Amsterdam, que deve ser visitado por todos que estiverem planejando uma visita à cidade.

Amsterdã, capital da Holanda, é a cidade das bicicletas, das flores e dos canais, conhecida pela sua concentração cultural e boa organização, com um sistema de transporte urbano impecável. É muito simples percorrer a cidade nos trans (bondes) que convivem tranquilamente com as bicicletas, que para muitos residentes, são o principal meio de transporte, faça chuva, faça sol, seja a lazer ou a trabalho.

Cidade das bicicletas

Residências flutuantes, sempre floridas.

Um dos muitos canais

Ficamos hospedados no bairro Rembrantplein, com ótima localização e muitas opções de bares e restaurantes. O hotel escolhido foi o Edem, na Amstel 144. Um excelente custo-benefício, com um café da manhã bem farto.

Nosso primeiro programa foi o Museu Casa de Rembrandt, onde Rembrandt viveu e pintou entre 1636 e 1658. Foi muito interessante conhecer uma reprodução do cotidiano do pintor, além de admirar muitas de suas obras e de seus pupilos, espalhadas pela residência.

No caminho para a nossa próxima parada, passamos no mercado Albert Heijn, na Jodenbreestraat 21, para fazer uma “boquinha”. Eu adoro entrar nos supermercados nas cidades que estou visitando e procurar por coisas diferentes. Recomendo os tradicionais stroopwafels e o iogurte orgânico de baunilha (delicioso!).

Logo após fomos à Casa de Anne Frank, museu fundado em 3 de maio de 1960 em memória de Anne Frank, no edifício onde ela, sua família e outras quatro pessoas judias se esconderam por anos por conta da ocupação nazista, durante a 2ª Guerra Mundial. Seu esconderijo tornou-se muito popular após a publicação do Diário de Anne Frank em diversas línguas, tornando sua história conhecida mundialmente. A visita ao museu é muito envolvente e emocionante.

Mais tarde fomos ao restaurante t’Zwaantje, na Berenstraat 12, localizado no Jordan, bairro propício para um calmo passeio. Esse restaurante, indicado no Ducs Amsterdam, é excelente para conhecer a gastronomia local e perfeito para ir com fome. Os pratos individuais são bem servidos (podem até ser divididos), o preço é justo e o atendimento é bom. A decoração é escura mas é muito legal. Só não curti muito o fato de tapetes persas substituírem toalhas de mesa. Não achei muito higiênico. Enfim, é só uma questão de gosto. Isso não atrapalhou em nada a nossa refeição.

Restaurante ‘t Zwaantje

Decoração do restaurante

Pedimos de entrada uns cogumelos temperados que estavam fantásticos. O prato principal era uma espécie de picadinho de mignon acompanhado de um mix formidável de legumes e verduras. Explosão de sabores!! Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa… rs

Cogumelos

O prato completo

Nada como estar em um belo bairro para caminhar depois dessa refeição. No próximo post, o roteiro do dia envolve a Praça Het Museumplein, onde estão localizados o famoso letreiro Iamsterdam, o museu do Van Gogh e o Rijksmuseum. Também contarei sobre a Heineken Experience, a cervejaria Brouwerij ‘t IJ e a  Red Light District.

Beijos e até amanhã!

Paula

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